SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA DE TARUMIRIM INICIA OBRAS DE RESTAURAÇÃO DO GRAMADO DO ESTADIO MUNICIPAL


Começaram os trabalhos de restauração do gramado do Estádio Municipal de Tarumirim. Depois de uma reunião com os dirigentes do futebol local, entre eles o presidente do Máster Clube, Geraldo Dário, e o presidente do Flamenguinho, Clayton, e  alguns jogadores, o Secretário Ronaldo José apresentou os motivos da restauração do gramado, e anunciou o fechamento do estádio para para a realização dos trabalhos.
O gramado do Estádio Municipal, como se vê pela foto, principalmente nos espaços próximos aos gols e meio de campo, sofreu muito com a seca e com os inúmeros jogos, fazendo com que em alguns lugares a grama morresse completamente.
A restauração inclui o escavamento das áreas afetadas pelo desgaste, reposição do gramado em forma de pequenos tapetes, adubação, semeadura e pinturas das traves. 

UM POUCO DE HISTÓRIA 
O Estádio Municipal de Tarumirim tem uma longa história. Já foi palco de inesquecíveis partidas de futebol. Foi inaugurado em 10 de março de 1985, mas antes dele existia ali o antigo “campo de Tarumirim”, também muito recordado pelo povo da cidade como um objeto de grandes lembranças.
Dos grandes jogos que aconteceram no “campo de Tarumirim” e no atual estádio são sempre comentadas as partidas que trouxeram até aqui times como o Cruzeiro, Democratas, Ipatinga, entre outros, isto sem mencionar grandes nomes da bola no cenário nacional que pisaram seus gramados.
O Estádio de Tarumirim também deu reconhecimento a muitos homens de Tarumirim que, com o passar do tempo, ficaram conhecidos como “os homens bons de bola”, como Babão, Peneneco, João Bananeira, Losma, Ronan, Cuica, Vanim etc.
É considerado, por times visitantes e pelos próprios jogadores da cidade, como um dos melhores campos da região por possuir, além de um gramado excelente, tamanho oficial e fácil acessibilidade. Há jogadores que afirmam ser o Estádio Municipal a sua segunda casa.
Além de ser um espaço privilegiado para aquelas pessoas que não dispensam uma boa partida de futebol ele é também local de encontro de muitas pessoas que aos sábados, domingos e feriados estão à procura de lazer.
SME DE TARUMIRIM

TARUMIRIM SUPERA META DO IDEB E FICA À FRENTE DE MUNICÍPIOS VIZINHHOS

A rede municipal de educação de Tarumirim hoje pode comemorar a sua luta e investimento na qualidade do ensino que vem ministrando em suas unidades de ensino. 
Tarumirim tem atualmente um Ideb de 6.0, nota que o Ministério da Educação pretende atingir nacionalmente em 2022, no ano do bicentenário da independência. 
Esse resultado foi obtido por meio de avaliações aplicadas aos alunos do 5º ano, conforme resultado publicado pelo MEC no dia 15 de agosto de 2012. 
Dos municípios circunvizinhos Tarumirim é o que mais evoluiu no desenvolvimento da educação nos últimos 04 anos. O Ideb é um indicador de qualidade educacional que combina informações de desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou Saeb) – obtido pelos estudantes ao final das etapas de ensino (4a e 8a séries do ensino fundamental e 3a série do ensino médio) – com informações sobre rendimento escolar (aprovação). 
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica foi desenvolvido para ser um indicador que sintetiza informações de desempenho em exames padronizados com informações sobre rendimento escolar (taxa média de aprovação dos estudantes na etapa de ensino). 
O (Ideb) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O indicador é calculado com base no desempenho do estudante em avaliações do Inep e em taxas de aprovação. 
Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula. 
Para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos, basta verificar o Ideb da instituição, que é apresentado numa escala de zero a dez. Da mesma forma, gestores acompanham o trabalho das secretarias municipais e estaduais pela melhoria da educação.
SME DE TARUMIRIM

Dilma concorda com necessidade de 10% do PIB para educação pública

A reunião da presidenta Dilma Rousseff com as principais entidades estudantis brasileiras (UNE, Ubes e ANPG) trouxe um importante saldo ao debate sobre a tramitação do novo PNE (Plano Nacional de Educação), no momento estacionado na Câmara dos Deputados graças ao recurso protelatório 162/2012. Pela primeira vez, a presidenta da República e o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também presente ao encontro, concordaram que o Brasil precisa destinar, cumulativamente em 10 anos, um patamar equivalente a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação pública. 
Para tanto, é preciso agora definir as fontes de financiamento para viabilizar o novo PNE. A melhor alternativa, segundo a presidenta, seria destinar 100% dos recursos oriundos de royalties do petróleo para a educação pública, além de investir 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal na área. O objetivo consiste em transformar a riqueza do petróleo em uma poupança do conhecimento, tal como já propôs a Campanha Nacional pelo Direito à Educação em outras ocasiões. A definição de fontes para o financiamento do PNE não é um tema novo. O próprio substitutivo ao Projeto de Lei 8035/2010, aprovado por unanimidade na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, determina no parágrafo 4º, artigo 5º, que “serão utilizados cinquenta por cento dos recursos do pré-sal, incluídos os royalties, diretamente em educação para que ao final de dez anos de vigência do PNE seja atingido o percentual de dez por cento do Produto Interno Bruto para o investimento em educação pública”. 
Complementarmente, a estratégia 20.3 estabelece que se deva “destinar, na forma da Lei, cinquenta por cento dos recursos da União, resultantes do Fundo Social do pré-sal, royalties e participações especiais, referentes ao petróleo e à produção mineral à manutenção e desenvolvimento do ensino público”. São esses trechos que precisariam ser modificados, conforme sugere a presidenta. Investir um patamar equivalente a 10% do PIB em educação pública é uma demanda histórica, que foi, inclusive, fruto de deliberação da Conae (Conferência Nacional de Educação), realizada em 2010. Além de ser resultado de cálculos, como aqueles apresentados pela Nota Técnica da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Atualmente, a proposta também é matéria consensual entre todos os partidos representados na Câmara dos Deputados. Ocorre que as forças políticas do Parlamento brasileiro sabem que qualquer cálculo sério, desde que seja capaz de contabilizar adequadamente os custos para o cumprimento das metas que compõe a proposta de novo PNE, concluirá pela necessidade de um patamar de investimento muito próximo a 10% do PIB para educação pública. Expandir o acesso à educação e respeitar um padrão mínimo de qualidade para as matrículas atuais e novas obriga um esforço adequado de investimento, especialmente diante dos grandes desafios no tocante ao histórico e vergonhoso descumprimento do direito à educação. Dito de outro modo, embora o financiamento adequado não seja condição suficiente para universalizar a educação pública de qualidade, é condição necessária. Esse consenso faz o Brasil alcançar um importante estágio de amadurecimento no debate educacional, pois expressa o abandono da falsa dicotomia entre financiamento e gestão da educação. Afinal de contas, não é possível remunerar condignamente os milhões de profissionais da educação sem investir o volume necessário de recursos. E não há boa gestão sem bons profissionais. 
Considerando os resultados da reunião de ontem, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação insiste que não faz mais qualquer sentido manter o PNE preso no plenário da Câmara dos Deputados, por meio do recurso 162/2012. Nesse sentido, a rede insiste em solicitar aos 80 parlamentares que apoiaram o Recurso 162/2012, a retirada de suas assinaturas em um requerimento conjunto. A manutenção da referida peça parlamentar apenas prejudica o planejamento e o financiamento da educação pública brasileira. 
Complementarmente, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação afirma que se dedicará a listar, em breve e por meio de estudos técnicos, todas as possíveis fontes de financiamento para viabilização do PNE, inclusive indicando alternativas justas de responsabilização para cada ente federado. Nesse trabalho, sem dúvida, será incorporada a proposta do Governo Federal de destinar 100% dos royalties do petróleo para o financiamento da educação pública. Desse modo, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação considera que o Senado Federal pode ser o melhor espaço para solucionar a segunda etapa de discussão técnica sobre o financiamento do PNE, a etapa conclusiva de determinação das fontes e responsabilidades federativas, até porque o volume de recursos necessários para um “PNE pra Valer” já foi estabelecido por consenso na Câmara dos Deputados, alcançando ontem o apoio presidencial. Desse modo, a rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação continua colhendo assinaturas contra o recurso 162/2012, que protela o PNE (clique aqui para assinar). A partir de agora esse recurso não tem qualquer função prática e precisa ser derrubado. 
Autor: Campanha Nacional pelo Direito à Educação

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: adesão dos municípios

Garantir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas na idade apropriada é a meta do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. O objetivo é que o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), apoie estados e municípios na implementação de medidas que possibilitarão o cumprimento desta meta. Para isso, serão instituídas ações de incentivo a alfabetização em língua portuguesa e matemática, apoio técnico e financeiro, além de promover avaliações sistemáticas. Para começar, o MEC pretende criar um programa de formação e aperfeiçoamento de professores alfabetizadores, desenvolvido em parceria com universidades públicas. Os professores estarão munidos com material didático para dar suporte às aulas. Caso algum município já tenha algum programa relacionado ao Pacto, o governo continuará apoiando as iniciativas. Para fazer parte do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é necessário que o município assine o termo de adesão se comprometendo com o objetivo do programa. O MEC criou uma espécie de cartilha com orientações para a adesão ao termo. São dois termos. Um referente à adesão ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e outro referente às ações que serão implementadas. No caso dos municípios que já têm ações voltadas a programas de alfabetização para crianças, não é necessário a assinatura do segundo termo. Isso porque, de acordo com o artigo 4º, da Portaria que institui o Pacto, “Os entes governamentais que aderirem ao Pacto e optarem por não participar das ações mencionadas por já desenvolverem programas próprios de alfabetização em seus sistemas de ensino poderão contar com apoio técnico e financeiro do MEC, por meio do Plano de Ações Articuladas – PAR, para implementação dos mesmos.” Vale lembrar que o processo de adesão é realizado pela internet, por meio do Simec. A participação de todos os municípios é importante para que o objetivo seja alcançado! SME/TARUMIRIM

Professores da rede municipal de educação de Tarumirim participam de capacitação em língua portuguesa

Professores em estudo
Entre os vários desafios colocados a qualquer Secretaria Municipal de Educação está o de oferecer ao seu professorado condições favoráveis ao desenvolvimento de um bom trabalho. Nesse contexto, entram o material pedagógico de qualidade, composto de recursos variados para que o professor tenha condições de diversificar seu modo de ensinar; uma boa remuneração do seu pessoal; constantes cursos, reciclagens e aprimoramento, contribuindo para a inovação e aperfeiçoamento da prática pedagógica.
Pensando nessas questões a SME de Tarumirim entende que a capacitação de seus professores é um avanço para obter mais qualidade nos trabalhos desenvolvidos. E isso vem acontecendo paulatinamente. 
Almoço dos professores
Nos dias 01 e 04 de fevereiro de 2011, em parceria com as Escolas municipais São Sebastião - sede e Profa. Ilda Pereira de Lima - distrito de Vai Volta, a SME ofereceu capacitação em LÍNGUA PORTUGUESA a todos os professores da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal de educação de Tarumirim. 
As escolas mencionadas, no ano de 2011, construíram um plano de ação custeado pelo MEC, voltado à realidade de cada escola, contendo a previsão de metas a serem alcançadas num determinado lapso temporal. A partir desse projeto,  que dentre as diversas ações a serem desenvolvidas, há previsão de capacitações para professores, surgiu a possibilidade de incluir os educadores das demais escolas nas palestras, e foi o que aconteceu. Mais de trinta professores já participaram de dois dias de capacitação e serão capacitados ainda no dia 11 deste.
No próximo mês será a capacitação em matemática.

Alunos da rede municipal de Tarumirim voltam às aulas no dia 06 de fevereiro

Conforme previsto nos calendários das escolas do município de Tarumirim, as escolas voltarão aos seus trabalhos normais no dia 06 de fevereiro de 2011, quando as aulas começarão. Abaixo seguem algumas orientações aos pais sobre como procederem com seus filhos nesse período.
"Depois de mais de um mês de descanso, passeios e brincadeiras, é hora de voltar à rotina, com aulas, horários e algumas responsabilidades. Mas, para que o fim das férias e o início das aulas transcorram direitinho, é preciso adotar medidas, que ajudarão os pequenos a entrarem no ritmo escolar. E tudo deve começar alguns dias antes do retorno à escola, para que eles possam se adaptar com mais facilidade.
É natural que, no período de férias, as crianças fiquem acordadas até mais tarde. Consequentemente, elas acabam se levantando mais tarde também.
Com as aulas, os horários precisam ser bem mais rígidos. Por conta disso, o ideal é normalizar o "relógio" de seu filho: alguns dias antes de as aulas começarem, coloque-o mais cedo na cama e não deixe que ele durma até muito tarde.
Nesses últimos dias de férias, tente fazer as refeições nos horários tradicionais. Desta maneira, a criança não sentirá tanta diferença quando as aulas tiverem recomeçado.

Ajudando nos preparativos

Certamente, os pais deverão fazer alguns preparativos para o retorno da criança à escola. Convidar a criançada para participar desse processo é uma maneira de animá-la a voltar aos estudos.
Por exemplo: pais e filhos podem reunir, juntos, o material escolar que deverá ser levado à escola. Será preciso comprar alguma coisa nova? Caso afirmativo, que tal irem juntos escolher e adquirir os materiais?
Na hora dessa arrumação, aproveite para folhear livros e cadernos e relembrar as lições passadas. Fale sobre as lições das quais ele mais gostou de fazer ou lembre-se de algum livro que foi lido no primeiro semestre. Com certeza, ele ficará com saudades do ambiente escolar.
Toda essa movimentação ajudará a despertar na criança a vontade por retornar, rever os colegas, os professores e por viver novamente o seu dia a dia de antes das férias.

Incentivando no dia-a-dia
Além disso, os pais precisam estar atentos aos seus próprios comportamentos. Mesmo em forma de brincadeira, deve-se evitar dizer que, com o fim das férias, chega a hora de os pais descansarem. Isso fará com que a criança encare a escola como algo negativo.
Ela também pode passar a encarar a escola como uma maneira que os pais arranjaram para se verem livres delas. Além de desinteresse, esse tipo de comentário pode gerar mágoa.
É importante não ceder aos pedidos dos pequenos para ficarem em casa. Seja firme, porém tranquilo: é preciso, sim, retornar à aula. Uma boa conversa é a melhor maneira para solucionar desentendimentos.
Lembre-se também que, na primeira semana de aula, provavelmente o dia a dia estará ainda um pouco atrapalhado: será difícil a criança ter um comportamento nota dez no início. Mas, aos poucos, ela se adaptará à sua rotina."

Famílias de Tarumirim sofrem com enchente

Vinte e nove de dezembro de 2011 não foi um dia perfeito para algumas famílias de Tarumirim. Vários pontos da cidade sofreram com o alagamento repentino, que deixou muitas casas prejudicadas. Cerca de cinqüenta famílias sofreram com a enchente que inundou vários pontos da cidade. Entre eles, podemos destacar as ruas Jaeder Albergaria, Jose César de Paula, São Sebastião, Pedro de Lima e Augusto de Lima.
O alagamento inesperado se deveu, principalmente, à forte chuva que caiu na parte da manhã. Os córregos da Serrinha e Barreirão, responsáveis pelo maior volume de água que chega até a cidade, encheram rapidamente, não encontrando espaço suficiente para a correnteza, tampouco deu tempo às famílias, de áreas mais baixas e próximas ao rio, de salvarem seus pertences.
Algumas famílias perderam todos os móveis da casa, uma situação triste de se ver. Outras perderam alguns objetos. Alguns comércios sofreram prejuízo considerável. Resumindo, vinte e nove de dezembro de 2011 não foi uma manhã muita boa para muitas pessoas em Tarumirim.
Muitos até chegaram a fazer um comparativo entre essa inundação e as que aconteceram em 1974 e 1978. De acordo com algumas pessoas, a de 1978 foi muito forte, muitas famílias foram surpreendidas por uma enchente que varreu vários pontos da cidade, e o pior, muitas pessoas foram surpreendidas durante a noite.
Tarumirim tem sofrido com várias outras inundações repentinas. A chuva faz a história se repetir.
Em momentos assim, aparecem os críticos que tecem seus comentários e os práticos que ajudam as pessoas necessitadas. Nesse ínterim, não podemos deixar de destacar os muitos voluntários que marcaram presença com suas doações. Também, não podemos deixar de ressaltar que a administração municipal deu grande apoio às famílias prejudicadas, oferecendo alimentação, colchões, cestas básicas etc.

PRECISAMOS REPENSAR
Nossa população precisa repensar o modo como tem tratado o rio que corta a cidade de Tarumirim. Há lugares que ele mal encontra espaço para suas águas passarem em tempo de seca, quanto menos em tempo de cheia.
Assim como nós, a natureza necessita de espaço suficiente para viver e respirar. Nosso rio está aprisionado e desrespeitado. Quando não é do lado é por cima. Tem gente pagando a conta, e pagando caro, perdendo tudo, sem ter nada a ver com isso.
Tem gente que se alivia da falta de responsabilidade, que está enraizada em seu ser ou que presencia nos outros, culpando o poder público. Máquina pública nenhuma funciona sem a colaboração da comunidade. E a gente tem visto, com sobra, a falta da misericórdia comunitária para a afirmação das coisas que dizem respeito ao crescimento do nosso lugar e o bem de nossas famílias.
Vamos refletir um pouco sobre isto! Temos que crescer para melhorar nossa pólis. Mas, antes de qualquer coisa, temos que entender que para começarmos a crescer temos que nos habituar a fazer as coisas de maneira correta.
Aprendi com Aristóteles que só o hábito de fazer as coisas de forma correta é capaz de incutir no homem as coisas que precisa aprender ou ver apreendidas. Não sei se o pensador grego está correto, mas quem se habituou a fazer determinadas coisas sabe a eficácia do que estou falando.
RONALDO JOSÉ FERREIRA

FOTOS DA ENCHENTE DE 1978 EM TARUMIRIM